Quanto custa monitorar os computadores da empresa?
É a pergunta prática que fecha (ou não) a decisão. E a boa notícia é que monitorar computadores ficou acessível: não exige servidor próprio, hardware nem projeto caro. O custo hoje é basicamente uma assinatura mensal por faixa de máquinas.
O que forma o preço
- Número de máquinas monitoradas (o principal fator);
- Recursos incluídos (produtividade, tráfego, impressões, patrimônio);
- Suporte e atualizações.
Por que o modelo por máquina é justo
Cobrar por faixa de máquinas deixa o custo previsível e proporcional ao tamanho da operação. Uma empresa de 20 computadores paga menos que uma de 100 — e ninguém paga por capacidade que não usa.
O retorno costuma pagar a conta
Antes de olhar só o preço, olhe o retorno. Na prática, o monitoramento se paga com:
- Corte de desperdício de impressão (muitas vezes centenas de reais/mês);
- Ganho de produtividade ao identificar gargalos e distrações;
- Economia de banda ao achar quem consome a rede;
- Redução de perdas de patrimônio com inventário rastreável.
Quanto custa na prática
Planos por faixa de máquinas começam na casa das dezenas de reais por mês para operações pequenas. Diante do que se economiza em impressão e do ganho de gestão, o custo tende a ser um dos investimentos de TI com retorno mais rápido.
Veja isso na prática na sua empresa
O SupraWatch mostra produtividade, impressões, tráfego e patrimônio de cada máquina, em tempo real.
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